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Flatuência

Em média, por dia excretamos cerca de 700 ml de gases (podem ser absorvidos pela circulação, perdidos através da respiração, expelidos em forma de eructo, através da boca ou em forma de flato, através do ânus). Contudo, muitas vezes, o volume de gás excretado ultrapassa este valor, causando desconforto e constrangimento. Por mais que se tente encobrir este estado, é impossível ignorá-lo, sobretudo quando sentimos cólicas e o abdómen dilatado.

Porque algumas pessoas tendem a sofrer de flatulência?

Os gases gastrointestinais podem acumular-se em grandes quantidades sendo uma situação muito comum em casos de indivíduos ansiosos, ou sempre que comemos muito depressa, bem como quando não fechamos devidamente a boca enquanto mastigamos. Esta situação é muito comum em casos de indivíduos ansiosos, ou sempre que comemos muito depressa, bem como quando não fechamos devidamente a boca enquanto mastigamos. No estômago, a produção de gases dá-se devido às reações químicas que ocorrem durante a digestão dos alimentos, embora em menor grau. Apenas uma pequena porção destes gases faz o percurso até ao intestino. Além da aerofagia e da ansiedade, existem outros fatores que podem estar portrás de uma formação excessiva de gases:

  • Ingestão de quantidades de ar elevadas (aerofagia) associada a comer muito rápido;
  • Inatividade física;
  • Diminuição dos movimentos gastrointestinais;
  • Distúrbios gastrointestinais (exemplos: deficiência de lactase, diarreia tropical – sprue, insuficiência pancreática, obstipação);
  • Hábitos alimentares.

Alimentação que favorece a flatulência

Uma alimentação que inclua produtos lácteos, ou que contenham lactose, é também suscetível de aumentar a formação de gases, sobretudo em pessoas com deficiência em lactase (enzima que desdobra este açúcar).
O mesmo acontece quando se consomem quantidades elevadas de frutose, sacarose e sorbitol, que acabam por não ser digeridas no estômago. Por norma, tal resulta num aumento da quantidade de hidratos de carbono fermentescíveis no intestino, originando um aumento de produção de gases e a consequente flatulência.
Muitas vezes, os alimentos que causam flatulência diferem de pessoa para pessoa. Contudo, na generalidade dos casos, as queixas costumam advir da ingestão de:

  • Pão branco
  • Couves (de Bruxelas, galega, portuguesa, lombarda)
  • Leguminosas (ervilhas, favas, grão-de-bico, feijões, lentilhas)
  • Leite de vaca e de ovelha, queijo e iogurtes
  • Castanhas
  • Bebidas alcoólicas com gás
  • Refrigerantes
  • Bolos e bolachas ricos em açúcar


Como prevenir?

Para saber quais são os alimentos na génese do problema, pode ser necessário eliminar um alimento ou um grupo de alimentos de cada vez. Pode começar por eliminar o leite e os produtos lácteos, depois as frutas e certos vegetais e, posteriormente, outros alimentos, até descobrir aqueles que, lhe provocam flatulência.
Após a obtenção desta “lista”, saberá quais os alimentos cujo consumo deve reduzir para deixar de sentir uma produção excessiva de gases.

Tratamento

Na grande maioria dos casos, o excesso de gases não indica nenhuma doença, independentemente do odor que têm. No entanto, deverá ter atenção se estiverem presentes outros sintomas como, por exemplo: perda de peso, anorexia, anemia, sangramentos e diarreia crónica. Caso os sintomas persistam, é fundamental consultar o seu médico para obtenção de um diagnóstico preciso. Caso não verifique ocorrência de nenhum outro sintoma, além dos temidos flatos, poderá recorrer à ajuda do funcho, uma planta que contém estragol, capaz de reduzir as bactérias produtoras de gases no intestino, diminuindo assim a flatulência de forma eficaz. Caso os gases tenham origem no estômago ou na aerofagia, poderá recorrer ao carvão vegetal. Este composto resulta da queima incompleta de plantas verdes e lenhosas, preparado em condições técnicas controladas, extremamente poroso, que tem a capacidade de absorver gases e líquidos. Pelo seu elevado poder de absorção, é indicado em caso de desconforto abdominal provocado por flatulência. Se tomar algum medicamento, deve respeitar um intervalo de 2 horas entre a sua toma e a toma de carvão ativado.

Esta ficha é apenas informativa, não dispensando o conselho do seu médico ou técnico de saúde.
Para qualquer esclarecimento adicional contacte tel.: 21 854 31 21 ou e-mail: [email protected]