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Hipotiroidismo

O hipotiroidismo ocorre quando as hormonas tiroideias se apresentam em níveis muito baixos no organismo e começam a desacelerar os processos metabólicos. Na grande maioria dos casos, o hipotiroidismo é causado pela Tiroidite de Hashimoto, uma doença autoimune. Nesta o organismo produz antiocorpos que danificam a tiroide, diminuindo a sua capacidade de produção hormonal.

Embora qualquer um possa desenvolver hipotireoidismo, alguns fatores são considerados de risco para contrair a doença, nomeadamente:

  • Ser mulher;
  • Ter 60 anos ou mais;
  • Ser portador de uma doença autoimune;
  • Ter histórico familiar de doença autoimune;
  • Tomar medicamentos que possam afetar a produção das hormonas tiroideias;
  • Fazer sessões de radioterapia;
  • Já ter feito uma cirurgia de tireoide;
  • Estar grávida ou ter dado à luz nos últimos seis meses. Algumas mulheres podem desenvolver hipotireoidismo durante ou após a gestação, porque, muitas vezes, produzem anticorpos voltados para a sua própria tiroide afetando a produção hormonal. Sem tratamento, esta situação aumenta o risco e pré-eclâmpsia (aumento da tensão arterial da grávida, sobretudo no último trimestre).

Sintomas

Como o corpo começa a desacelerar, é comum os pacientes sentirem:

  • O corpo mais frio;
  • Cansaço com facilidade;
  • A pele mais seca;
  • Maior esquecimento;
  • Indisposição ou até depressão;
  • Prisão de ventre;
  • Ganho inexplicável de peso;
  • Hipercolesterolémia;
  • Problemas de memória;
  • Fraqueza muscular.

Como os sintomas são tão diferentes e pouco específicos, a melhor forma de fazer um diagnóstico correto é através de uma análise sanguínea para a TSH.

Tratamento

O tratamento do hipotiroidismo é feito com medicação e ainda não existe cura para esta doença.
No entanto existem comportamentos que podem ajudar a aliviar alguns sintomas, nomeadamente:

  • Reforçar o consumo de alimentos ricos em iodo (sal iodado, algas e peixes de alto mar);
  • Reforçar o consumo de Castanhas do Brasil que são ricas em ácidos gordos ómega 3, selénio e compostos que ajudam à produção hormonal;
  • Reforçar o consumo de quinoa que contém proteínas e selénio, importantes para a produção hormonal;
  • Reforçar o consumo de cálcio, vitamina D e vitamina A, essenciais para o metabolismo hormonal (ex: leite e derivados, ovos, abacate, frutos secos, abóbora, cenoura, pimento laranja, brócolos, espinafres, grelos, etc.);
  • Aumentar o consumo de alimentos antioxidantes que ajudam a proteger o organismo de processos inflamatórios;
  • Aumentar o consumo de fibras através de cereais integrais, legumes, fruta e leguminosas.

Esta ficha é apenas informativa, não dispensando o conselho do seu médico ou técnico de saúde.
Para qualquer esclarecimento adicional contacte tel.: 21 854 31 21 ou e-mail: [email protected]