O cabelo tem um ciclo normal de crescimento que resulta do balanço entre a quantidade de cabelo que nasce e a quantidade que cai. O cabelo cresce em 3 fases. Na primeira há um crescimento ativo (cerca de 90% dos cabelos), seguindo-se de uma degeneração (menos de 10% dos cabelos) e de fase de repouso (5% a 10% dos cabelos). Uma queda diária de 50 a 100 cabelos pode considerar- se normal, mas se exceder este número a queda é excessiva e deve ser tratada.
Causas
É importante determinar se a perda de cabelo é cicatrizante (permanente) ou não cicatrizante (reversível). A alopecia cicatrizante é rara e pode ter varias etiologias, nomeadamente as doenças autoimunes e que requer de um acompanhamento por um dermatologista. A alopecia não cicatrizante pode ter inúmeras causas, como por exemplo:
- Défices vitamínicos e/ou minerais;
- Disfunções da tiróide;
- Secreção sebácea excessiva;
- Stresse físico e emocional;
- Depressão;
- Ansiedade;
- Doenças infeciosas;
- Medicamentos;
- Pós-parto e menopausa;
- Alternância entre as estações;
- Envelhecimento.
Sinais / Sintomas
- Diminuição da densidade capilar;
- Peladas;
- Cicatrizes;
- Descamação do couro cabeludo.
Tipos de alopécia
De um modo geral, a perda de cabelo pode classificar-se em:
- Alopecia areata é uma desordem caracterizada pela queda de cabelo e formação de áreas totalmente desprovidas de cabelo conhecidas como peladas. Associada a uma reação autoimune.
- Alopecia androgénica (causada pelas hormonas masculinas), condição fisiológica que representa a forma mais comum de alopecia que atinge igualmente homens e mulheres e que se caracteriza por uma perda gradual de cabelo. Causada pelos efeitos da dihidrotestosterona;
- Alopecia difusa (diminuição acentuada da densidade do cabelo). Queda de cabelo difusa. Associada a fatores externos como o stresse e a alimentação;
- Alopecia seborreica: produção excessiva de sebo na sequência de desregulação hormonal;
- Alopecia temporária caracterizada por perda temporária de cabelo (período pós-parto, infeção fúngica, dermatite seborreica);
- Alopecia ou calvíce congénita caracteriza-se por ausência de cabelo no nascimento (distúrbio genético).
Cuidados a adotar
- Usar champô apropriado anti-queda e adequado ao tipo de cabelo;
- Praticar uma alimentação variada e equilibrada;
- Corrigir os défices nutricionais existentes com suplementação alimentar;
- Praticar exercício físico regularmente;
- Higienizar o couro cabeludo;
- Ingerir 1,5 a 2 litros de água por dia.
Nutrientes e plantas que podem ajudar
Vitamina B5, biotina, MSM, enxofre, L-cisteína, zinco, selénio, sílica, extrato de milho ou painço, gelatina, lisina, metionina, ómega 3, ómega 6, Vitamina C, A, D3, E, complexo B (B12, niacina, folatos), ferro, cobre, magnésio, flavenóides, óleo de gérmen de trigo, levedura nutricional/cerveja e selénio.
Esta ficha é apenas informativa, não dispensando o conselho do seu médico ou técnico de saúde.
Para qualquer esclarecimento adicional contacte tel.: 21 854 31 21 ou e-mail: apoioaocliente@celeiro.pt
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