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Úlceras

As úlceras são qualquer espécie de lesão superficial que ocorre, por exemplo, no tecido cutâneo ou no mucoso.
Estas lesões são como que feridas no epitélio que expõem os tecidos mais profundos. As causas são variadas e podem ocorrer em diversos locais. O diagnóstico é, geralmente, feito através de uma endoscopia.

A úlcera duodenal, o tipo mais comum de úlcera péptica, surge no duodeno (os primeiros centímetros de intestino delgado imediatamente a seguir ao estômago). As úlceras gástricas, que são as menos frequentes, normalmente situam-se na parte alta da curvatura do estômago. Se for extirpada cirurgicamente parte do estômago, podem desenvolver-se úlceras marginais na zona em que o estômago remanescente voltou a ligar-se ao intestino. A repetida regurgitação de ácido procedente do estômago para o segmento inferior do esófago pode provocar inflamação (esofagite) e úlceras esofágicas. As úlceras que aparecem como consequência do stress derivado duma doença grave, queimaduras ou traumatismos, denominam-se úlceras de stress.

Causas

Uma úlcera desenvolve-se quando se alteram os mecanismos de defesa que protegem o estômago ou o duodeno do suco gástrico (por exemplo, quando se altera a produção da quantidade de muco). Não se conhecem as causas de tais alterações. Praticamente todas as pessoas produzem ácido no estômago, mas só entre 1 % e 10 % desenvolvem úlceras. As causas das úlceras são variadas e podem surgir devido a:

  • O ácido produzido pelo próprio sistema digestivo (clorídrico e pepsina);
  • O fumo do tabaco;
  • Alguns medicamentos (anti-inflamatórios não esteroides entre outros) que provocam erosões no estômago, sobretudo de pessoas com idade avançada;
  • A bactéria Helicobacter pylori – presente na maior parte dos casos de úlcera duodenal;
  • Stress.

Sintomas

Os sintomas podem variar conforme a localização e a idade do indivíduo. As crianças e as pessoas de idade avançada podem não apresentar os sintomas habituais ou até nenhum tipo de sintoma. Nestas circunstâncias, as úlceras descobrem-se só quando surgem complicações.
Os sintomas mais comuns são:

  • Dor
  • Ardor
  • Corrosão
  • Sensação de vazio
  • Fome
  • Azia

Nas úlceras duodenais a dor é constante, de intensidade ligeira ou moderada e localiza-se numa área definida, quase sempre mesmo abaixo do esterno. A ingestão de leite, de alimentos ou de antiácidos normalmente alivia-a, mas costuma voltar duas ou três horas depois. Apesar da dor poder desaparecer com os tratamentos, normalmente volta, sobretudo na Primavera e no Outono e durante períodos de stress).
Os sintomas das úlceras gástricas não seguem muitas vezes os mesmos padrões que as úlceras duodenais. Nestes casos, quando o estômago está cheio, a dor pode aumentar e pode ocorrer facilmente um edema para a porção inferior do estômago, impedindo que os alimentos saiam corretamente. Isto pode provocar sensação de enfartamento, distensão abdominal, náuseas, vómitos ou até azia.
No caso das úlceras esofágicas, os sintomas são maioritariamente ardor e dor ao engolir ou ao deitar-se.

Tratamento

Algumas plantas podem ajudar a aliviar os sintomas das úlceras, nomeadamente:

  • Genciana (Gentiana lutea): contém glicosidos (amarogenciosido e enciopocrosido) que contribuem para o seu sabor intensamente amargo. Estes compostos estimulam os recetores presentes nas papilas gustativas, causando um aumento reflexo na secreção de saliva, sucos gástricos e bílis.
  • Milefolio (Achillea millefolium): contém variados constituintes, nomeadamente flavonoides, óleos essenciais e lactonas sesquiterpenicas, que trabalham de uma forma conjunta de forma a proporcionar o aumento de saliva e acido clorídrico (estômago) e a relaxar os músculos lisos do intestino.
  • Feno grego: usa-se nas úlceras e nas afeções inflamatórias do estômago e intestinos, melhorando também a distensão abdominal provocada por má digestão.
  • Alcaçuz: o alcaçuz tem sido usado tradicionalmente no tratamento de afeções do estômago e duodeno (gastrites, úlceras). Tem efeitos suavizantes, protetores e cicatrizantes das mucosas destes órgãos, possibilitando um auxílio na resolução do problema.


Esta ficha é apenas informativa, não dispensando o conselho do seu médico ou técnico de saúde.
Para qualquer esclarecimento adicional contacte tel.: 21 854 31 21 ou e-mail: [email protected]