Encomendas processadas no nosso armazém em menos de 24 horas (úteis), salvo rotura de stock.
Após saírem do nosso armazém, serão entregues no prazo normal de 1 a 2 dias úteis em Portugal Continental.
Amostras ou ofertas em todas as encomendas
MENU
Toggle Nav

Serão os protectores solares um fiasco?

Com tanto investimento em protecção, porque é que o cancro de pele continua a aumentar?

Cobrir o corpo de protector solar assim que surge um raio de sol já se tornou um hábito comum em muitos países.
A percepção dos malefícios do sol aumentou drasticamente na última década e todos os anos são investidas quantias avultadas na concepção e design de produtos que nos protejam eficazmente dos raios solares mas apesar de todo este esforço, o cancro de pele continua a aumentar e a principal causa deste aumento continua a ser a sobreexposição ao sol.
Será que os cremes que tanto usamos e abusamos nos causam tantos problemas como os que deveriam solucionar?
A maior parte dos protectores solares são de largo espectro, protegendo-nos dos raios UVA e UVB, sento o primeiro tipo de radiação responsável pelo aparecimento de rugas prematuras e envelhecimento cutâneo e os raios UVB responsáveis pelas queimaduras solares.
O consumidor pode utilizar protecção física aos raios solares que consiste na cobertura da pele com um produto que reflicta os raios solares ou então uma protecção química que é absorvida pela pele e que leva a uma desactivação da luz solar quando este entra em contacto com a pele.
Os cremes protectores mais recentes combinam ambos os efeitos mas esta combinação tem levado ao aparecimento de preocupações com os seus efeitos para a nossa saúde.
Alguns investigadores descobriram que os químicos utilizados para desactivar os raios UV (cinamatos, benzofenóis e ácido aminobenzóico) reagem adversamente com a luz solar quando são absorvidos, podendo causar danos no ADN.
Um estudo efectuado na Universidade da Califórnia sugeriu que os filtros químicos mais utilizados na protecção solar podem danificar os radicais livres da pele o que poderá levar ao cancro de pele. Contudo, este efeito contrário ao esperado acontece somente quando os raios incidem no protector solar que penetrou na pele.
Recentemente a aplicação da nanotecnologia em produtos de protecção solar permitiu utilizar partículas que bloqueiam fisicamente a radiação solar (como o óxido de zinco ou o titânio) nos protectores. Mas daqui advém um perigo, estes elementos ao serem fragmentados em partículas tão pequenas poderão entrar nas células humanas causando uma séries de efeitos adversos.
Segundo o Dr. Michael Prager da British Association of Cosmetic Doctors, uma alternativa à perigosidade acima mencionada estará na protecção solar baseada em anti-oxidantes:

“Os antioxidantes na pele previnem os danos causados pela radiação UV ao ADN e que levam à pigmentação e cancro de pele.”

Estes estudos levam-nos a crer que os protectores solares do futuro terão anti-oxidantes e nos respectivos rótulos poderemos verificar o grau de protecção do ADN e a sua capacidade para aumentar a capacidade imunitária da pele.
Actualmente temos como aliados contra os malefícios do sol os protectores solares, a alimentação, que deverá ser rica em anti-oxidantes (como o licopeno presente no tomate) e a utilização o vestuário adequado, sendo o comportamento e consciência de cada um o factor fulcral.