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Enjoos - Como lidar

Bem-Estar

Más digestões, gravidez, viagens de carro ou de barco e certos medicamentos são alguns dos motivos que podem desencadear enjoos.

Os enjoos traduzem uma sensação desagradável na zona abdominal que, por vezes, é solucionada através do vómito (expulsão, através da boca, do conteúdo do estômago).

Porque nos sentimos enjoados?

As náuseas e os vómitos são provocados pela ativação do centro do vómito no cérebro. O vómito é, na verdade, um mecanismo de defesa do organismo que permite a eliminação de substâncias nocivas. O vómito pode ser previsto porque normalmente é precedido por espasmos e aumento da salivação.
De uma forma geral, os enjoos que culminam em vómitos devem-se à ingestão de quantidades excessivas de alimentos, alimentos deteriorados, substâncias irritantes ou tóxicas.

Porém, há outras situações que podem provocar enjoos:

  • Saúde comprometida do sistema digestivo (vesícula biliar, fígado, estômago, intestino).
  • Gravidez.
  • Movimento caraterístico associado às viagens de carro, comboio, barco ou avião.
  • Medicamentos (quimioterapia e analgésicos opiáceos).
  • Fatores psicológicos (bulimia, ansiedade ou conflitos).

Alguns Produtos que Podem Ajudar:

- Suplemento Alimentar Extrato de Raiz de Gengibre da Solgar.

Gengibre Cristalizado Bio da Naturefoods.

Como lidar com os enjoos?

Na maioria das vezes, os enjoos tendem a melhorar espontaneamente num curto espaço de tempo. Caso evoluam para vómito, é importante manter a hidratação (ingestão de pequenos goles de água, infusão, sumo ou sopa, espaçados e repetidas vezes).
Regra geral, quando uma pessoa sofre de enjoos não tem vontade de se alimentar e assim que recupera o apetite deve ingerir alimentos pouco gordos (por exemplo, sopa de arroz ou tostas secas).
Se os enjoos forem recorrentes e associados ao sistema gastrointestinal, é necessário recorrer a um médico para pedir um exame específico (ecografia abdominal, endoscopia, análises sanguíneas, etc.), formulação de um diagnóstico correto e prescrição do tratamento mais adequado.
Na gravidez, durante o primeiro trimestre, é comum a mulher queixar-se de enjoos matinais. Pensa-se que estes enjoos se devem às alterações hormonais da gravidez e que podem ter uma ação sobre a motilidade do trato gastrointestinal.
A digestão tende a processar-se de um forma mais lenta e com sensação de enfartamento, o que pode provocar o aparecimento de náuseas.
Quando a causa dos enjoos está associada ao movimento (cinetose) durante as viagens, o cérebro recebe informações desconexas dos órgãos da visão, do sentido da proprioceção (perceção ou sensibilidade da posição, deslocamento, equilíbrio, peso e distribuição do próprio corpo e das suas partes) e do ouvido interno.
O ouvido interno tem um órgão denominado labirinto, parte integrante do chamado aparelho vestibular, que é responsável pela manutenção do equilíbrio do corpo. Com o movimento, os líquidos naturalmente presentes no labirinto passam a mensagem ao cérebro, informando-o sobre a alteração de posição do corpo.
Em viagem, se estivermos a ler ou com os olhos fechados, o cérebro está a receber informações contraditórias dos centros responsáveis pelo equilíbrio (a visão não acusará movimento, mas o sentido de proprioceção indicará alteração da localização no espaço e o ouvido interno, devido à alteração dos líquidos presentes no labirinto, está a registar movimento), o que provavelmente irá culminar na sensação de enjoo.
Algumas sugestões para evitar enjoos em viagem: não ler, olhar para a paisagem através da janela e sentar-se virado no sentido do andamento do veículo.
No decurso de um tratamento oncológico, alguns fármacos podem ter como efeito secundário a ocorrência de fortes enjoos. O mesmo pode suceder no tratamento da dor crónica, devido ao uso de analgésicos opiáceos. É comum os protocolos de tratamento, nestes casos, estabelecerem a prescrição de medicamentos antieméticos para reduzir os vómitos. Em qualquer dos casos, é fundamental recorrer a um médico.
Quando os enjoos e os vómitos estão relacionados com fatores psicológicos, na maioria dos casos o apoio técnico especializado (por psicólogo ou psiquiatra) também é essencial.

A fitoterapia e os enjoos

De uso tradicional, as infusões de erva-cidreira, camomila e hortelã-pimenta são apreciadas por minimizarem o desconforto gástrico. Assim, quando as causas para a ocorrência de enjoos forem de origem digestiva, pode recorrer à sua utilização.
Mundialmente conhecido e apreciado como especiaria e ingrediente de culinária, o gengibre é verdadeiramente um aliado em caso de enjoos. Estimula a secreção salivar e gástrica, sendo útil quando há falta de apetite e digestões difíceis.
Nos enjoos propriamente ditos, tanto os provocados pelo movimento (viagens de avião, barco, carro, etc.), como os originados por situações pós-operatórias ou tratamentos oncológicos, será com certeza uma planta a considerar. Além disso, e por se tratar de uma planta cujos efeitos tóxicos são praticamente inexistentes, pode ser utilizada em caso de enjoos matinais durante a gravidez. Aliás, ao contrário do que sucede com certos medicamentos, a caraterística antiemética do gengibre não desencadeia efeitos secundários desagradáveis, como é o caso da sonolência.
O gengibre pode ser consumido de diversas formas, por exemplo: ralado sobre a salada, em chá ou cristalizado. Também o pode encontrar doseado em cápsulas ou em comprimidos, pelo que se for necessário tem sempre várias opções a que recorrer. Boas férias sem enjoos!