Algumas situações, como o stresse e a depressão, podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Estas são um grupo de doenças que afetam o coração e os vasos sanguíneos, e que continuam a ser a principal causa de morte em todo o mundo.
Stresse Crónico
O stresse é uma resposta natural do organismo que faz parte do nosso dia a dia. O stresse crónico e prolongado leva à presença consistente de níveis elevados de cortisol, o que contribui para o aumento da pressão arterial, da frequência cardíaca, da inflamação e da disfunção endotelial. Tudo fatores que aumentam o risco de problemas cardiovasculares.
Ansiedade e depressão
Pessoas com ansiedade e depressão têm um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, uma vez que, segundo estudos, estas situações parecem acelerar o desenvolvimento de fatores de risco para a doença, como a hipertensão, a hiperlipidemia e a diabetes. O stresse, a ansiedade ou a depressão podem ainda, por vezes, levar a alterações de comportamentos do estilo de vida, como a uma menor probabilidade de praticar atividade física regular, dificuldade em manter uma dieta equilibrada e/ou ter uma má qualidade do sono. Assim, para preservar a sua saúde cardiovascular, o ideal será sempre adotar medidas para manter a saúde psicológica.
Manter a calma e gerir o stresse
Se tem dificuldade em controlar a ansiedade ou se não está a conseguir descansar durante a noite, alguns suplementos à base de plantas podem ajudar a favorecer o relaxamento: nomeadamente valeriana, lúpulo,
papoila-da-califórnia e passiflora. Relativamente à gestão do stresse, vários estudos têm demonstrado que as plantas adaptogénicas (das quais se destacam a ashwagandha e a rodiola) desempenham um papel importante. Também o mineral magnésio tem tido um papel de destaque nesta área, pois está envolvido em reações que ajudam a regular a resposta do organismo ao stresse. No que diz respeito à atividade física, evidências indicam que a sua prática regular promove a resiliência ao stresse. Assim, e para ajudar o seu organismo a melhor superar o stresse diário, deve seguir as recomendações gerais de exercício da Organização Mundial da Saúde: realizar, no mínimo, 150 a 300 minutos de atividade aeróbia moderada (como caminhada, jogging, ciclismo) por semana.
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