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Como Ter Um Melhor Rendimento Físico

Nutrição

1. Evite Treinar em Temperaturas Extremas

O calor ou o frio excessivo influenciam a performance física. O calor extremo pode levar a um aumento da taxa de sudorese e a uma desidratação progressiva; e o frio pode levar a uma maior ventilação pulmonar, fatores que influenciam o seu rendimento. Escolha a melhor hora para a realização da prática desportiva no exterior e esteja atento às condições atmosféricas.

2. Afaste-se das Estradas Mais Movimentadas

Uma das fontes mais comuns de poluição são os gases do escape dos automóveis. O monóxido de carbono é um dos maiores subprodutos dos veículos motorizados. Grandes quantidades deste poluente atmosférico podem ter um efeito prejudicial no desempenho físico. Os atletas encontram-se mais suscetíveis devido ao aumento da frequência respiratória durante o exercício.

3. O Sono e a Atividade Física Influenciam-se Mutuamente

Não é apenas a quantidade de horas de sono que afeta o desempenho, a qualidade do sono também é fundamental para a capacidade de um atleta ter um bom rendimento físico. Durante o sono profundo é libertada a hormona de crescimento, hormona que desempenha um papel determinante no crescimento e reparação muscular.

4. Exercícios de Fortalecimento Muscular Ajudam a Prevenir as Lesões

A única forma de fortalecer os músculos é exercitá-los contra uma maior resistência, de forma progressiva. Adeque esse aumento gradual à sua atual condição física e use sempre os equipamentos de proteção que a modalidade recomenda — não facilite.

Nutritientes na Recuperação

A nutrição pode ajudar a reduzir o impacto negativo de uma lesão induzida pela prática de exercício físico. Em caso de lesão, a recomendação nutricional mais importante deve ser praticar uma dieta equilibrada, baseada em alimentos integrais, minimamente processados e que evite as deficiências de energia, proteína e de micronutrientes.


As lesões no desporto resultam geralmente na interrupção ou na diminuição da atividade física, o que leva muitas vezes à perda de força e de massa muscular. Assim, uma maior ingestão de proteínas poderá ser necessária, sobretudo durante a imobilização. No mínimo, deverá ser mantida a ingestão proteica, mesmo que exista uma redução no aporte total de energia. A suplementação de nutrientes adicionais, como aminoácidos de cadeia ramificada ou BCAAs (incluindo leucina) e creatina, tem sido proposta em alguns estudos, na ajuda da síntese de proteína muscular.

Existe ainda uma relação entre alguns micronutrientes e vários aspetos da cicatrização e da recuperação (como o  zinco, vitamina C e outros). Doses adequadas de cálcio e vitamina D, por exemplo, são importantes para otimizar a formação óssea em caso de fratura.

Na recuperação desportiva, e em alguns casos específicos, destacam-se as plantas como o harpago (Harpagophytum), a Boswellia serrata ou incenso indiano e também o açafrão-da-índia ou Curcuma longa, que contêm princípios ativos que têm mostrado ter uma atividade anti-inflamatória.


Contudo, convém lembrar que, tanto o seu plano alimentar como os nutrientes a suplementar, devem ser avaliados por um especialista, tendo em conta o objetivo (prevenção de lesões; lesão já existente ou apenas recuperação de um exercício intenso), o padrão de atividade física atual e as suas características individuais.